‘Avatar: Fogo e Cinzas’: 5 motivos que vão te fazer querer assistir ao filme
Veja a lista com 5 momentos memoráveis de "Avatar: Fogo e Cinza" que farão você querer assistir ao filme, que estreia amanhã (17) nos cinemas

Na próxima quinta-feira, 18, entra em cartaz o terceiro filme de uma das franquias mais lucrativas dos cinemas: “Avatar: Fogo e Cinzas”, trama que promete trazer novidades ao universo criado por James Cameron ao mesmo tempo que aprofunda a narrativa de Jake Sully e sua família na luta para proteger Pandora dos humanos.
Pensando no lançamento, a RECREIO reuniu 5 motivos (sem spoilers) para assistir à história nas telonas; veja:
1. Família Sully e o luto

Sequência direta dos eventos de “Avatar: O Caminho da Água” (2022), o filme mostra as consequências enfrentadas pela família Sully após mais uma batalha contra a corporação humana que deseja subtrair os recursos de Pandora e colonizá-la, a RDA (Administração de Desenvolvimento de Recursos): o luto pela morte de Neteyam.
Ferido fatalmente por um tiro durante um confronto com humanos, Neteyam deixa uma fenda repleta de dor no peito da família, sofrimento que acaba se transformando no drama central da trama, guiando toda a jornada dos Sully em mais uma luta pela sobrevivência.
Forçados a passar pelas fases do luto, eles enfrentam problemas como a culpa, que surge como substantivo e adjetivo enquanto é passada entre diferentes membros da família. Mais que isso, a outro problema: o distanciamento entre os Sully, que ocorre devido às maneiras que enxergam a tragédia e as formas que encontram para lidar com a perda.
No entanto, há algo que ainda os conecta: o amor! Como resultado, enquanto lidam com os seus sentimentos e tentam defender o que acreditam, transformações surgem e novos propósitos são traçados enquanto eles encontram uma maneira de seguirem o mantra da família: “Os Sullys permanecem unidos”.
2. Inserção de novos povos Na’vi

O longa também amplia o universo de Pandora com novas criaturas, paisagens e povos, como o Clã Tlalim, também chamado Wind Traders (Comerciantes do Vento, em tradução livre), nômades pacíficos que viajam pelos céus de Pandora liderados por Peylak fazendo trocas comerciais com outros povos do planeta.
Além deles, enquanto nos dois primeiros filmes os Na’vi são apresentados em papéis opostos aos dos humanos, a chegada do terceiro filme apresenta o lado sombrio dos moradores de Pandora ao trazer o clã Mangkwan, conhecido como Povo das Cinzas.
Liderados por Varang, os Mangkwans sofreram com a erupção de um vulcão que destruiu o lar e matou parte dessa tribo, mesmo clamando pela ajuda de Eywa. Acreditando que as suas preces foram ignoradas, eles abandonaram a fé e passaram a viver sob uma nova filosofia, em que o fogo os guia enquanto eles sobrevivem de maneira violenta.
3. O papel da divindade e da fé

Figura já conhecida pelos fãs, Eywa agora é colocada à prova com o surgimento do Povo das Cinzas, os vilões desse filme. Isso porque esse clã deixa de acreditar no poder da divindade após a enorme tragédia que quase os dizimou, agindo em desacordo com as regras de Eywa ao se aliarem à força que quer destruir o planeta.
Mais que isso, as reflexões sobre fé e crenças também surgem para explicar mais da conexão entre Eywa e Kiri, cuja relação intrinseca traz pontos não explorados antes, revelando, inclusive, lados não conhecidos da divivindade.
A divindade também desempenha papel crucial na batalha final do filme, se tornando uma verdadeira aliada ao ser retratada como parte da força que as criaturas de Pandora precisam para superar os desafios com a RDA e restaurar o equilíbrio do planeta, proporcionando momentos emocionantes.
4. Cenas de ação

Outro ponto positivo do filme são as cenas de ação. Com grandes explosões e ataques que ocorrem em terra firme, nos céus e nos mares de Pandora, as sequências que colocam Jake Sully e os Na’vi em movimento enquanto tentam proteger o que amam e se manter a salvo, são repletas de tensão e emoção.
Um grande feito é que há cenas em que a equipe optou por utilizar efeitos práticos, incluindo o uso de fogo real durante as filmagens, trazendo maior imersão para a trama.
5. A voz de Miley Cyrus
O encerramento de “Avatar: Fogo e Cinzas” também traz um dos grandes acertos do projeto: “Dream as One”, faixa que recebe a voz da vencedora do Grammy Miley Cyrus, que criou a letra em parceria com Andrew Wyatt, Mark Ronson, e Simon Franglen, o compositor da trilha sonora do longa
A canção, inclusive, aparece na pré-lista dos indicados ao Oscar Melhor Canção Original; ouça acima!