ADOR pede congelamento de bens da mãe de Danielle, ex-NewJeans, revela site
Em recente processo, a ADOR pediu a apreensão provisória de propriedades pertencentes à mãe de Danielle e à Min Hee Jin, ex-CEO da empresa

Nesta quarta-feira, 29, o portal sul-coreano Ilyo Shinmun publicou uma matéria exclusiva apontando que a ADOR teria entrado com um pedido de congelamento de bens da mãe de Danielle, ex-integrante do NewJeans, assim como de Min Hee Jin, ex-CEO da empresa.
De acordo com a reportagem, após o processo em que pedia ₩43 bilhões de KRW (cerca de US$ 29,2 milhões), a agência também teria pedido a apreensão provisória de propriedades pertencentes à mãe da artista e à empresária. A solicitação foi aceita pelo Tribunal Distrital Central de Seul, que aprovou, em 2 de fevereiro, o congelamento de cerca de ₩ 5 bilhões de KRW (cerca de US$ 3,39 milhões) para Min Hee Jin e ₩ 2 bilhões de KRW (cerca de US$ 1,36 milhão) para a mãe de Danielle.
Conforme repercutido pelo portal Koreaboo, os imóveis afetados incluem apartamentos e casas em Seul, capital da Coreia do Sul. Com a decisão judicial, as proprietárias estão proibidas de vendê-los ou utilizá-los livremente antes da decisão judicial. Apesar da situação, os bens em nome Danielle não foram afetados.
Vale lembrar que, no final de 2025, Min Hee Jin já teve seu apartamento na região de Yongsan confiscado pela ADOR por ₩ 500 milhões de KRW (cerca de US$ 339 mil). Na época, a apreensão foi realizada como parte do processo envolvendo a ex-CEO, que acusa que, durante sua gestão, um estilista responsável pelo NewJeans teria recebido pessoalmente honorários por serviços de styling de um anunciante externo.
Já em 2024, a mansão de Hee Jin em Mapo-gu também foi alvo de um pedido anterior de confisco provisório de ₩ 100 milhões de KRW (cerca de US$ 67.900), realizado por um ex-funcionário da empresa que, na época, enfrentava batalhas judiciais contra a empresária por acusações de assédio no local de trabalho.
Segundo explicado pelo Koreaboo, a penhora provisória dos imóveis é uma medida cautelar utilizada como forma de garantir créditos monetários ou bens recuperáveis. Dessa forma, enquanto o processo não for finalizado, o proprietário fica impossibilitado de utilizar ou vender a residência.