ADOR está prejudicando carreira de Danielle, ex-NewJeans? Agência nega
A agência se pronunciou na segunda audiência do processo movido contra Danielle, defendendo que não está prejudicando a carreira da ex-NewJeans

Nesta quinta-feira, 11, aconteceu a segunda audiência do processo movido pela ADOR contra a ex-integrante do NewJeans, Danielle. Dentre os pontos abordados, a agência negou que esteja prejudicando a carreira da idol enquanto busca indenização por danos após o encerramento do contrato da cantora com a empresa.
Segundo declarações de representantes da ADOR na 31ª Vara Cível do Tribunal Distrital Central de Seul, presidida pelo juiz Nam In Soo, o processo é focado apenas na busca pela indenização sob a alegação de que a idol cometeu violações das obrigações do acordo de exclusividade. Dessa forma, não há restrição legal que impeça Danielle de continuar sua carreira no entretenimento.
No entanto, os advogados da artista afirmam que a ação judicial por si já afeta o surgimento de oportunidades para Danielle, visto que a indenização milionária pedida pela ADOR torna praticamente impossível para ela assinar com qualquer outra agência.
“Que agência gostaria de trabalhar com uma artista que enfrenta uma dívida tão grande? O próprio objetivo deste processo é impedir que Danielle trabalhe. É extremamente irresponsável sugerir que ela possa simplesmente trabalhar em outro lugar enquanto houver um processo pendente contra ela”, afirmam os representantes de Danielle (via Koreaboo).
Vale lembrar que o processo contra Danielle, sua família e a ex-CEO da ADOR, Min Hee Jin, inicialmente reivindicava o pagamento de 43,1 bilhões de KRW (aproximadamente R$ 163,2 milhões). Posteriormente, o valor da indenização foi revisado e atualizado para 33,09 bilhões de KRW (cerca de R$ 126,4 milhões).
Além disso, os advogados de Danielle alegaram que as manobras da ADOR visavam apenas adiar o desfecho do caso, minando drasticamente a confiança mútua.
Mais sobre Danielle
Cantora australiana-sul-coreana, Danielle June Marsh estreou na indústria musical em 2022 como membro do grupo feminino de K-pop NewJeans. Em dezembro de 2025, após uma intensa disputa jurídica entre as integrantes, a ex-CEO Min Hee Jin e a ADOR, a agência rescindiu unilateralmente o contrato com a idol sob alegações de violações contratuais, movendo a ação indenizatória que segue em andamento até hoje.