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Após vitória no tribunal, Min Hee Jin envia suposto shade para a HYBE

Vencendo processo contra o grande conglomerado, a ex-CEO da ADOR, Min Hee Jin, enviou um possível shade inesperado para a HYBE

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Min Hee Jin em coletiva de imprensa realizada em 25 de abril de 2024 - Chung Sung-Jun/Getty Images

Após a ex-CEO da ADOR, Min Hee Jin, vencer a HYBE em processo envolvendo o exercício da opção de venda de ações e o acordo de acionistas, a empresária usou seu novo selo musical, OOAK (One of a Kind) Records, para enviar um shade para o grande conglomerado de entretenimento sul-coreano.

Relembre o caso Min Hee Jin X HYBE

Com início em abril de 2024, a disputa judicial se tornou pública quando a HYBE solicitou uma auditoria na ADOR alegando que Min Hee Jin estava tentando assumir o controle total da agência. Em meio a diversas acusações, o conglomerado optou pela retirada da empresária do cargo de CEO da empresa.

Na época, Hee Jin negou as acusações, e alegou ainda que a ação tomada pelo conglomerado teria conexão com a questão levantada por ela sobre um suposto plágio do conceito do NewJeans (formação escolhida e produzida por ela) por outro grupo do selo HYBE, o ILLIT.

Após mais de um ano de processos, nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, o Tribunal do Distrito Central de Seul determinou que não há evidências suficientes para comprovar a alegação da empresa de que Min Hee Jin tenha tentado prejudicar a agência ou arquitetado um plano para se tornar independente com o grupo NewJeans.

O veredito levou em consideração a decisão unilateral da HYBE de rescindir o contrato de acionistas (ação crucial para a retirada de Hee Jin do cargo na subsidiária), concluindo que não há provas suficientes que justifiquem a saída forçada da ex-CEO da ADOR.

“O exercício da opção de venda tem o efeito de rescindir o acordo de acionistas. Portanto, a rescisão só é possível se houver uma violação grave o suficiente para justificá-la. Consequentemente, não aceitamos as reivindicações da HYBE decorrentes do exercício do direito de venda de ações”, declarou o Tribunal na audiência (via Soompi).

Como resultado, a vitória de Min Hee Jin no tribunal custará a HYBE 25,5 bilhões de won (cerca de 105 milhões de reais), valor ao qual a empresa foi condenada a pagar referente ao exercício da “put option” (opção de venda) da ex-CEO. Outros dois ex-executivos da ADOR, que não tiveram as identidades reveladas, também receberão indenizações milionárias (1,7 bilhão de won e 1,4 bilhão de won, respectivamente).

Mas, qual foi o shade?

Logo após o anúncio da vitória, Min Hee Jin compartilhou um teaser de sua nova empresa, a OOAK Records, que mostra um dinossauro andando de bicicleta. Na legenda, há a seguinte mensagem: “Obrigada ao apoio de todos”.

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Um post compartilhado por @min.hee.jin

Além do breve agradecimento, o que chama a atenção na publicação é a vestimenta do personagem: ele usa um boné azul, uma calça jeans e uma camisa verde de listras — mesmo visual da empresária em uma das coletivas de imprensa memoráveis cedidas por ela durante as acusações da HYBE; veja:

Izabela Queiroz, jornalista por paixão e cinéfila de carteirinha. Formada pela UNINOVE, encontrou na escrita o lugar ideal para unir tudo o que mais gosta: filmes, séries e música. Nos textos, há quase sempre referências a algo relacionado à cultura pop que a marcou. Fora deles, a encontrará assistindo histórias com reviravoltas chocantes, romances cativantes e dramas que a fazem chorar.