BTS: Stalker brasileira de Jungkook é liberada da prisão
Brasileira presa por violação da Lei de Punição por Perseguição após stalkear Jungkook, do BTS, foi liberada da prisão; entenda o caso!

Nesta segunda-feira, 22, a stalker brasileira de Jungkook, do BTS, foi liberada da prisão. Segundo o portal Koreaboo, a mulher, que não teve a identidade revelada, teve a sentença suspensa pelo Tribunal Distrital Ocidental de Seul, na Coreia do Sul, após a determinação de que os crimes aconteceram para expressar seus sentimentos, e não com a intenção de prejudicar o idol.
O caso: Jungkook X Stalker Brasileira
A brasileira foi indiciada por violação da Lei de Punição por Perseguição e invasão de propriedade, sob a acusação de perseguir Jungkook, tendo visitado a residência do idol por 22 vezes entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano.
Antes da prisão, em 13 de dezembro de 2025, a infratora teria sido encaminhada à delegacia pela primeira vez por invasão de propriedade ao ser vista na residência de Jungkook sem autorização. O mesmo se repetiu no dia 28 do mesmo mês, após relatos de que ela teria enviado correspondências, colocado fotografias no corrimão do prédio e deixado mensagens nas proximidades da casa.
Dado o caso, a HYBE e a Big Hit Music, empresas responsáveis pela gestão da carreira do BTS e de Jungkook, solicitaram formalmente uma ordem de restrição contra a autora do crime. Ela foi proibida de se aproximar a menos de 100 metros de Jungkook ou de sua residência, mas ela voltou a visitar a casa dele em janeiro deste ano, deixando fotos e materiais impressos mais uma vez. Os investigadores revelaram ainda que ela invadiu a residência por uma entrada lateral depois de ver um entregador de comida entrar.
Como resultado, ela foi condenada a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, no dia 8 do mês passado. Apesar das repetidas violações, agora o tribunal optou pela suspensão condicional da pena sob a justificativa de que a ré não tinha intenção de machucar Jungkook. Além disso, levando em consideração que a infratora já havia ficado detida por cerca de três meses devido a esse incidente, eles defenderam que não há alto risco de reincidência, já que a stalker deve ser deportada após a sentença ser proferida.