BTS: Revista britânica escolhe “ARIRANG” para o top albuns do ano
"A maior boy band do mundo", afirma a NME ao considerar comeback do BTS entre os melhores de 2026!

Após conquistar marca histórica na Billboard — alcançando 12 semanas consecutivas nos rankings principais —, o BTS continua em evidência ao redor do mundo. Publicado na última terça-feira, 16, a NME elegeu ‘ARIRANG’ entre os melhores álbuns lançados até o momento, também destacando a faixa ‘Body to Body’.
A seleção da revista britânica acolhe cerca de outras 24 obras e abrange uma vasta variedade de gêneros musicais. Dessa maneira, RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook se juntaram a artistas como Kacey Musgraves, Mitski, Raye, Olivia Rodrigo, entre outros.
Durante a análise de ‘ARIRANG’, do BTS, a NME destaca a mescla entre o legado cultural e sonoridades globais que estão presentes no projeto, que marcou o retorno do grupo após quatro anos sem lançamentos inéditos.
“A maior boy band do mundo retorna do serviço militar obrigatório, abordando as tensões do amor e da fama. Uma caracterização perfeita do que eles sempre fizeram – misturar a herança cultural de seu país de origem com influências globais, uma abordagem que ilumina ‘Arirang’. O BTS está de volta fazendo o que faz de melhor: servir como embaixadores e exploradores, movidos pela curiosidade e criatividade”, relataram.
Ao citar o Palácio Gyeongbokgung, em Seul, onde aconteceu a primeira apresentação do BTS após o período de hiato, a revista destaca o papel do local na resistência anticolonial durante a ocupação japonesa na Coreia do Sul.
Comparando o hino de resiliência ‘ARIRANG’ com a primeira faixa do projeto, ‘Body to Body’, a NME observa o verso de J-Hope: “O coração da nação pulsando/ Envolva-se, envolva-se, envolva-se/ Você pode ver/ Ou ler“, afirmando que ele nos incentiva a abandonar a passividade enquanto a música cresce até o sample da canção folclórica original.
Avaliando-o com quatro de cinco estrelas, a imprensa britânica afirma: “O BTS […] traz novas reflexões sobre a vida e lança luz sobre mais facetas de sua herança cultural.”